Brasil: Greve Geral 14/06 para derrotar o ajuste e o autoritarismo de Bolsonaro!

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trintam-485x255Grandes manifestações ocorreram no dia 15 de maio. Os manifestantes ocuparam as ruas em mais de 200 cidades para demonstrar indignação contra os cortes de verbas na educação pública. Na maior parte das cidades, de acordo com as entidades da educação e sindicais, os atos reuniram cerca de 1,5 milhão de pessoas em todo país contra o governo Bolsonaro/Mourão. Atos que ocorreram através da construção pela base, com assembleias nas universidades e dos setores da educação básica, ensino superior e da rede privada, algo inédito. Sendo um ponto fundamental do 15M, atos de ruas com uma forte greve geral da educação.

Isso acontece também porque a população está impaciente com a situação de desemprego, aumento do preço dos alimentos, sucateamento dos serviços públicos, corrupção e a reforma da previdência. E Bolsonaro joga mais lenha na fogueira quando “xinga” os manifestantes de “idiotas úteis e imbecis”, mostrando sua visão autoritária sobre as manifestações contrárias ao seu governo. Um governo corrupto que visa blindar seu filho, Flávio Bolsonaro, e seu assessor Queirzo, alvo de investigação por lavagem de dinheiro.

O ato chapa-branca, de apoio a Bolsonaro, no último dia 26/5, com apoio de diversos empresários e setores do agronegócio esteve longe da multitudinária manifestação do 15M e não reverte a crise política do governo (que agora tenta um acordão com o presidente da câmara, Rodrigo Maia, e o presidente do STF, Dias Toffoli). O presidente Bolsonaro organizou um movimento reacionário com algumas pautas diretamente golpista. Um movimento ultraconservador que requer uma resposta nas ruas e através da greve geral da classe trabalhadora, unificando as pautas da juventude, feministas, dos negros, LGBTs e indígenas.

No dia 30/05 ocorrerá um novo ato dando à continuidade as mobilizações contra os cortes na educação e a reforma da Previdência. Lutar nas ruas é o melhor caminho para derrotar os ataques à educação e a nossa aposentadoria, preparando a greve geral.


As Centrais sindicais e as federações devem construir a greve geral


No dia 14/06 está marcada a greve geral no país. Mas para essa data existir efetivamente a mobilização deve ser feita pela base. No dia 18/5 foi realizado em SP, impulsionado pelo sindicato dos metroviários, uma plenária com diversas categorias para organizar a greve geral. Várias categorias já votaram greve no dia 14 de junho, como o setor de transporte de São Paulo e os metalúrgicos. A partir da CSP-Conlutas exigimos que as maiores centrais sindicais (CUT, CTB, Força Sindical, UGT) e as federações orientem os sindicatos a realizarem assembleias, plenárias e reuniões pela base para construir a greve geral, organizar os piquetes e os atos de rua unificados ao fim do dia. Da mesma forma é fundamental que os partidos de oposição ajudem nesse processo. Infelizmente os governadores do PT do nordeste, que deveriam estar na trincheira da luta contra o governo de extrema direita de Bolsonaro, sentam-se com o governo para negociar a reforma da previdência em troca de migalhas. Ao mesmo tempo em que perseguem grevistas, como na Bahia, e falam de cobrança de mensalidades nas universidades. Os governadores do PT e demais governadores que se declaram de oposição têm que mudar sua postura e colocar seus mandatos a serviço da construção da greve geral e da luta contra o Bolsonaro.

Temos que seguir o exemplo de organização dos trabalhadores de transporte de São Paulo que em reunião realizada no dia 27/05 reafirmaram a greve nos transportes do estado.

As principais centrais podem e devem convocar uma nova assembleia nacional da classe trabalhadora para organizar efetivamente a greve geral de 14 de junho, por meio de assembleias democráticas e comitês de base unificados nos locais de trabalho. Bem como para debater um plano de luta que de continuidade a luta contra o plano de ajuste de forme do governo Bolsonaro, com a construção de uma nova greve geral de 36h em junho. Além de votar uma Plano Econômico Social Alternativo que tire o país da crise, por exemplo, rompendo com o pagamento da dívida aos banqueiros que no ano passado consumiu R$ 3 trilhões ao sistema financeiro, quase R$ 3 bilhões por dia, seguramente o maior problema orçamentário da república.

Temos que barrar os ataques do governo Bolsonaro/Mourão, os cortes de verbas na educação, a privatização da previdência e a política repressiva da extrema direita, o pacote de Moro, com fortes mobilizações nas ruas, pois só assim poderemos garantir o êxito de nossas reivindicações.


– Verbas para educação, empregos e aposentadorias e não para o pagamento da dívida!

– Chega de corrupção! Prisão de Flávio Bolsonaro, Queiroz e todos os envolvidos em lavagem de dinheiro! Afastamento do Ministro do Turismo!

– Fim das chacinas e em defesa das liberdades democráticas

– Construir uma plenária nacional da classe trabalhadora e um plano de mobilização que de continuidade a luta contra os ataques do governo Bolsonaro/Mourão!

fonte: cstpsol.com

 

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